Ok, confesso que torci pelo time da Argentina, não especificamente pela pessoa do Maradona, aliás, muito ao contrário disso, pois vi nesse time a valorização dos talentos individuais... pena que vi a organização tática vencer com um futebol primoroso do time alemão. Certo que Özil e Müller são craques indiscutíveis e que Klose provou ter a capacidade quase sobrenatural de surpreender a todo mundo com seu talento nato para artilheiro em copas, sua regularidade é incrível. Mas... como diz o título algo diferente do até agora apresentado, vou voltar a temática principal.
Podemos ver o orgulho e a auto-suficiência como ingrediente quase sempre destrutivo em tudo. Enumerando exemplos temos o absurdo do orgulho do francês Raymond Domenech, temos posteriormente a vaidade do time “da bota” que pensaram que camisa ainda impressiona e garante resultados. Maradona com sua maneira já natural e exemplar prepotência, quase alcançado por Dunga, o verdadeiro anão ranzinza e arrogante dessa copa que tem sido sim um conto de fadas, visto que poucos acreditariam em Uruguai, o patinho feio da América do Sul, que entrou quase que por acaso, mas conseguiu manter-se tanto pela loucura quanto pelo desespero de querer ficar até o último dia da copa ou ao Paraguai e Gana. E o “grande” e “maravilhoso” craque de propaganda Cristiano “Sou lindo e inigualável” Ronaldo que não se preocupou em mais nada além da própria autopromoção como jogador que detém o título de “Poço-da-Vaidade” entre os jogadores.
De outro lado Joachim Löw, o nojento técnico alemão, veio com devida serenidade e uma capacidade e perspicácia necessárias ao cargo de técnico para alcançar ao menos um desempenho baseado na obrigação de comandante de um time.
Ainda temos a Espanha (daqui a pouco ou queimo a língua ou vejo um provável resultado) que com sua capacidade inteligente de controle de bola e equipe unida muita, muita, muita paciência e pouca agressividade desorganizada e apavorada é outro exemplo de futebol sem maiores vaidades. Pena que temos tão poucos Elanos nos dias de hoje.
O esporte demonstra a realidade que se encontra em sábias palavras da verdade absoluta de que... o orgulho SEMPRE precede a queda.
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