BEM VINDO A UM MUNDO ESTRANHO!

as vezes nem tão estranho, as vezes nem tão diferente, talvez seja apenas improvável...

quinta-feira, 25 de março de 2010

Por que só alguns podem fazer birra?


Estou ainda digerindo algumas situações que tem se mostrado engraçadas, por não apresentar um termo melhor no momento. Algumas pessoas têm direito a fazer birrinha, ficar de cara feia, emburrado e "de mal" com os outros por seus próprios erros.
Me pergunto então, e se essa moda pegar? Como iremos agir daqui pra frente? Ninguém pode ser repreendido por seus erros?
Concordo que em muitos aspectos, ao menos no de pessoas públicas, erros pessoais não devem ser destrinchados para deleite dos observadores carniceiros de plantão, a vida pessoal se chama assim por isso, por se tratar de algo pessoal, mas o problema é ao errar não aceitarem cobranças, correções ou no mínimo ter de dar explicações.
Se a moda pega daqui alguns anos o funcionário displicente que não chegar no horário vai ficar fazendo bico e se tornar dono da verdade por ser chamado atenção? E o cidadão que descumprir a lei vai dizer "isso é perseguição!" e daremos a ele razão?
É no mínimo estranho a linha de raciocínio que alguns acreditam ser correta, onde a responsabilidade individual como ser humano não há necessidade de ser respeitada.

Creio que diante dos meus erros devo ser cobrado, chamado a dar explicações e obviamente buscar a mudança de atitude, isso é crescimento pessoal!

Birra? Como assim? Então tenho direito de errar e ficar nervosinho cheio de "não-me-toque"? Não preciso crescer e mostrar maturidade? Profissionalismo?

Sendo assim, então mudemo-nos todos para a Terra do Nunca onde seremos crianças para sempre e a responsabilidade sempre será algo superficial e com restrita relevância.

Um comentário:

  1. "Mera coincidencia"... Disse tudo Le. Todos temos que abrir a mente para o crescimento pessoal e deixar de transformar coisas pequenas e problemas do dia-a-dia em grandes catastrofes.
    Assumir os erros é o primeiro passo para se conseguir a "absolvição" e recomeçar sem ressentimentos.
    Ana P.

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